
Ela esteve no Instituto Médico Legal na manhã deste domingo
(19) para fazer o reconhecimento do corpo do filho, e disse que as vítimas
foram espancadas antes de morrer. "Deixaram o rosto e o braço dele todo
machucado", afirmou. Ela preferiu não ser identificada com medo de
represálias.
Familiares e amigos dos mortos estão na porta do Instituto
Médico Legal de São Paulo (IML), na Zona Oeste da cidade, à espera da liberação
dos corpos.
Tráfico

As testemunhas ouvidas pelo DHPP relataram que três homens
chegaram armados ao local e renderam o grupo, que preparava bandeiras para a
partida deste domingo. O DHPP acredita que houve uma execução, com base nos
relatos e na forma como os corpos foram encontrados, um ao lado do outro. Perto
deles, havia cápsulas de pistola 9 mm.
g1.globo.com
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